Nao quis guarda-lo para mim
E com a dimensao da dor
A legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Nao havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau
Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de nao saber aonde dói
Mas vendo bem
Nao houve à luz do dia
Quem nao tenha provado
O travo amargo da melancolia
E entao rapaz,
Entao porque a raiva se a culpa nao é minha
Serao efeitos secundarios da poesia
Mas para que gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mao
Eu tenho andado a pensar em nós
Ja que os teus pés nao descolam do chao
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidao!
Ohhh-hou
Eu tenho andado a pensar em nós
Ja que os teus pés nao descolam do chao
Dizes que eu dou só por gostar
Eu vou dar-te a provar
O travo amargo da solidao!
Ohh Uohh
É só mais um dia mau, mau, mau
É só mais um dia mau, mau, mau
É só mais um dia mau
É só mais um dia mau
É só mais um dia mau
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2 comentários:
E se for um ano mau? Ano passado para mim o foi...este glorioso. Um dia mau? Uma boa noite de sono traz sempre outra clarividência. :)
Comigo resulta, aquele abraço amigo.
"Há dias
Em que não cabes na pele com que andas
Parece...comprada em segunda-mão
um pouco curta nas mangas
Há dias,
Em que cada passo é mais um
castigo de Deus
Parece que os sapatos que vês, enfiados nos pés
nem sequer são os teus"
In Ala dos Namorados
Pois deixa-me dizer-te que há noites madrastas cuja clarividência se escapa lentamente ao raiar do sol. E o dia é cinzento, e longo. O que escapa é que alguém se lembrou de utilizar uma paleta de cores que se misturam, que se complementam e que nos alegram os dias. Mas há cores que não se vêem, e que apenas se ouvem da boca dos amigos.
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